P - me angustia saber que tem gente vivendo muito diferente de mim e eu nunca vou conhecer
T - SIM, muito.
T - eu quero ir a todas as festas, respirar todos os ares, aspirar todos os cheiros
T - quando eu era pequena eu tinha essa angústia, mas era com casas. eu adorava visitar os amiguinhos mais para ver como eles moravam..
P - preferia visitar os banheiros do que as casas. sei lá, o banheiro de uma casa diz muito sobre quem mora nela
T - eu cheiro os xampus e abro armários. amo de paixão.cuidado você aí de casa.
P - quando eu era criança abria os armários, mas fui flagrado ;/desde então, nunca mais.
T - HAHAHAHAHAHAAHAH
T - hoje em dia eu não abro mais, mas dou umas baita espiadelas, sabe?sem encostar em nada. ou seja, bisbilhoto, mas com honestidade
P - abro o box pelo menos
T - bá, sim. o box eu confesso, mas box não é gaveta, né
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Tribo urbana
Umbiguismos
Era para ser um blog, escrever dia sim, dia não, compartilhar impressões sobre as coisas minhas e dos outros, e minhas nos outros. Mostrar-me daqui para minha mãe, enviar o endereço para o meu tio no Paraguai. Mas não! Embolo tudo, escrevo um turbilhão num único dia, ausento-me em sete, coloco mais fotos que palavras – tão bom legendar! As vezes, no banho principalmente, dá uns insights, o momento em que tudo faz sentido, até acontece de sair algum raciocínio lúcido, alguma percepção interessante ou engraçadinha, inclusive transcendentes ao meu umbigo. Só que... hoje não, nunca aqui. Preguiça de pensar em texto escrito, linear e coeso. Pronto, expliquei-me. E minha mãe e meu tio continuam sem o endereço do blog.
Vícios tranqüilos I
Ou drogas alternativas. Todo mundo tem as suas. Eu, por exemplo, adoro listas - mentais, lidas, para criticar, passar o tempo no metro, organizar o pensamento, ou, simplesmente, para divertir-me. Vícios de ultimamente – top 5 (em ordem aleatória, muito complexo para classificar):

É meio solteirona-sex-and-the-city, mas saber que há um cappuccino docinho a minha espera no armário faz-me sair da cama mais facilmente - e feliz. Uso: de 2 à 3 vezes ao dia.

Barulhinho bom. Uso: sonoro e repetitivo.

Amélia 1: limpeza. Cada um com as suas válvulas de escapes, tá? Trocar o lixo e lavar roupa é terapêutico. Gosto e pronto. Uso: quando necessário.

Amélia 2: experiências culinárias com ingredientes herdados dos ex-residentes. Até agora tem dado certo. Eu nem sabia que sabia cozinhar! Uso: até março, calculo.

Brincar de foto. Não gostou, apaga. Gostou, põe no blog, Orkut, mostra para (tentar) impressionar alguém que não entenda muito de fotografia. Uso: discreto.

É meio solteirona-sex-and-the-city, mas saber que há um cappuccino docinho a minha espera no armário faz-me sair da cama mais facilmente - e feliz. Uso: de 2 à 3 vezes ao dia.

Barulhinho bom. Uso: sonoro e repetitivo.

Amélia 1: limpeza. Cada um com as suas válvulas de escapes, tá? Trocar o lixo e lavar roupa é terapêutico. Gosto e pronto. Uso: quando necessário.

Amélia 2: experiências culinárias com ingredientes herdados dos ex-residentes. Até agora tem dado certo. Eu nem sabia que sabia cozinhar! Uso: até março, calculo.

Brincar de foto. Não gostou, apaga. Gostou, põe no blog, Orkut, mostra para (tentar) impressionar alguém que não entenda muito de fotografia. Uso: discreto.
Tupy or not tupy
Foi preciso atravessar o oceano, tanto mar, tanto mar, para de fato sentir o carnaval. No lugar dos clubes elitizados, a rua acessível. Camisetas de blocos por fantasias de verdade. Tapa- sexo pelo lúdico. Sem Ivete, sem camarotes, sem beijaço, sem ser xingada por não chegar junto. Apenas os foliões, identidades de uma noite, a turma do escritório liberta pelas máscaras, a tia da cantina que vira princesa, o amigo que fica bonito de gueixa. A riqueza da simplicidade das ruelas e seus paralelepídos desnivelados de Torres Vedras, os muitos sotaques e a nostalgia dos carnavais da minha vó. Um castelo medieval ao fundo. A cidade que se torna cenário. Pela primeira vez, fez sentido. Pode ser que no conservadorismo - ou romantismo, ou consciência - da sociedade portuguesa um hiato de três dias de pretensa libertação corroborem num significado mais real, portanto intenso, de uma brincadeira coletiva carnal. Numa sociedade por essência libertina - ou permissiva, ou física - há menos razão de sê-lo. Pois foi preciso atravessar o oceano para encontrar o carnaval. Ou afastar-me um oceano para encontrar-me num carnaval... Vai saber. Mas ainda hei de ir à Bahia - óh quão dessemelhante!-, Olinda e Ouro Preto, dançar frevo, Araketu e piriguete. Só para não ser coerente, faz favor.

Mais de mil palhaços no salão

Amigos que ficam bonitos de gueixa

Vem prá rua também!

Libertino pelo lúdico

Fim! Todo Carnaval tem o seu...
Mais de mil palhaços no salão
Amigos que ficam bonitos de gueixa
Vem prá rua também!
Libertino pelo lúdico
Fim! Todo Carnaval tem o seu...
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Olhei as fotos da festa, ficaram ótimas!
Monday, Monday
A partir de amanhã, vou aproveitar melhor minhas tardes, fazer alguma atividade física - ao menos três vezes por semana-, dar um jeitinho nos pontos turísticos e não-turísticos de uma capital européia que ainda não conheci e maneirar nos gastos com capuccinos e rebuçados. Tudo isso amanhã, claro, porque é segunda-feira.
´
Torre de Belém, que não visitei

Exposição Hermitàge no Palácio da Ajuda, que já encerrou, e eu não vi
´Torre de Belém, que não visitei

Exposição Hermitàge no Palácio da Ajuda, que já encerrou, e eu não vi
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