Era para ter sido uma pandemia. O governo do Egito mandou exterminar 250 mil porcos como medida preventiva...
De um 9º andar da Avenida Independência, no tradicional bairro porto-alegrense de mesmo nome, avista-se o Guaíba em leito esplêndido, ao som do tecido urbano e de seus microuniversos, à luz do céu profundo. Inevitável não pensar na beleza cinematográfica, às vezes real, que as paisagens emanam. Aquilo que um olhar mais atento sobre a capital gaúcha desfaz imediatamente. Porto Alegre poderia ser tão bonita...
Aquilo que a língua inglesa bem soube nomear de landscape, ...
Enquanto meus pensamentos não se organizam a ponto de tecerem um texto linear, lúcido e coeso, vou até a cozinha pegar um café de lata. Vai que acho um texto no chão, não é mesmo, Meg Ryan?
quarta-feira, 3 de junho de 2009
domingo, 31 de maio de 2009
If u know wha'ra I mean
Bá, postei este último quase-texto (filho único de maio) e aproveitei para ler o anterior (idem de abril). Faz tempinho que havia decidido que seriam menos caracteres na minha vida e mais ações. Menos umbiguismos e mais alteridade. Até que tem dado certo. Só não sei é certo. Tendeu?
Notas agudas de uma noite grave - e indigesta
Na minha casa, festas locais e quaisquer outras movimentações sociais eram "cafonas", coisa de quem quer aparecer, "tenho pavor". O valor estava no núcleo, no indivíduo refugiado na própria casa e em algumas referências não aprofundadas, apenas estetizadas. Se os sentidos e significados experimentados pela comunidade eram invalidados, recorria-se à televisão e a outros meios típicos de quando a mídia era predominantemente massiva. Contudo, o discurso e a vida de lá eram evidentemente deslocados e ilegítimos, nem eu, nem tu, nem São Paulo, nem galerias. Era o interior rural com 29 mil habitantes e uma avenida principal. Foi preciso navegar: alguns livros, pueblos e uma certa maturidade para entender o papel dos coletivos, sejam eles cafonas, obrigatórios, idealizados ou uma tarde no aniversário da afilhada. A partir daí surgem os vínculos, as construções produtivas, tantos as abstratas, quanto as palpáveis. Meus filhos vão ter a porta de casa aberta para ver a procissão passar, ou para fugirem dela. Em alguma outra coisa vou errar, mas que não seja naquilo que hoje reconheço.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Blasfêmias
Antes, era o pecado que não existia; agora, é Deus. Contudo, não é por não vivenciar, que não exista. Se assim fosse, o ceticismo não teria razão de ser. Escrevo isso tudo, pois estou com o cérebro coçando: acabei de fechar o Admirável Mundo Novo e abrir uma série de inquietudes. Como, por exemplo, o fato de estarmos em uma ordem mundial que entrega a educação dos seus filhos ao Estado. No caso do Brasil, a um sistema predominantemente operacional e prático, e não intelectual e/ou afetivo. Lembrei de quando era menor e achava muito estranho a "profissão das crianças ser estudante". Para, uns anos mais tarde, sentir-me incomodada ao saber que crianças de uma seita fundamentalista norte-americana eram "privadas pelos pais de irem à escola e de terem uma educação como outra criança qualquer". Hum. É paradoxal que um sistema liberalista proíba indivíduos de educarem seus filhos conforme os seus credos e inclinações. No fundo, acho que o erro está na tríade liberdade, igualdade e fraternidade. Com liberdade, nunca se terá igualdade, o que macula a fraternidade. Mas se formos falar aqui em bem-estar e/ou mau-tratos, é sabido que toda ordem comporta os seus e as suas. Então, como é? Não sei. Mas vou pensar e me confundir, pois agora já é tarde para me distrair.
domingo, 2 de novembro de 2008
sábado, 1 de novembro de 2008
Mais blasè que vocè
Nada não, só queria um motivo para usar este título.
(Como podemos ser ridículos, hein, minha gente?!)
(Como podemos ser ridículos, hein, minha gente?!)
terça-feira, 30 de setembro de 2008
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Ah, bom!
Ouvido em conversa com semi-conhecida:
- Faz-me sentir tão bem, eles têm uma explicação para tudo...
Aaah, bom!
;)
- Faz-me sentir tão bem, eles têm uma explicação para tudo...
Aaah, bom!
;)
Sarah Sheeva abdica do sexo e vira missionária evangélica - Saravá
"Sarah Sheeva, a primogênita do casal Baby Consuelo (não era do Brasil?) e Pepeu Gomes, era uma jovem que não conseguia ficar três dias sem ter uma relação sexual (tudo puta). Sarah - à época com 25 anos de idade - era ninfomaníaca (loca da buseta). Mas isso faz 10 anos (ufa, né).
Na época, ao lado das irmãs Nana Shara e Zabelê (pode soletrar?), ela integrava a banda SNZ ("Faz zunzum pra mim/ Abelho, abelhinho/ Escondido faz bonito/ Faz zunzum e mel"). Durante um dos ensaios do grupo, um músico começou a ter um surto que, segundo ela, era a possessão de um espírito maligno (demo). Nervosa com a cena do colega, que se debatia e proferia palavras agressivas, Sarah Sheeva se trancou no quarto e começou a rezar. Nessa hora, ela garante que sua vida mudou (encontrei Gezuz atrás do sofá, rs).
CONVERSÃO
“Aconteceu uma coisa muito louca, sobrenatural (tipo efeito especial de novela das oito, tá ligado?). Comecei a rezar, a falar com Deus. Na minha ignorância (que?), dentro do meu quarto, de repente, senti uma presença forte, que era Deus. Cai no chão, me prostei (o que é postrar? Pior que um entrevistado ignorante, é um repórter idem) e ali me converti”, lembra ela.
Desde então, ela passou a freqüentar uma igreja evangélica em Copacabana, no Rio. Estudou as escrituras, leu e releu a Bíblia, e se converteu em missionária (gente, bem simples, pegue dois ovos, deite num fôrma, acrescente farinha...). Como num passe de mágica, o prazer pelo sexo diário, a procura por um homem novo a cada dia, ficou para trás (não disse que era facinho?).
“Quis mudar a minha vida sexual (cansay, né), que era promíscua. Eu não parava com homem. Minha vida era vazia e eu procurava o sexo masculino para preencher esse vazio. Comecei a orar, ler as escrituras e minha vida tomou outro rumo (bofinhos pelO Bofão, dizem que tem até lugar no Céu)”, afirma.
BABY (é a mãe?) DEIXOU DE FALAR COM A FILHA (ah, baby é a mãe)
Na época, Baby Consuelo não aceitou a decisão de Sarah e ficou dois anos sem falar com a filha (choray, cortay os pulso tudo!). Mais tarde, porém, a cantora de sucessos como "Menino do Rio" (que é do Caetano Veloso), hoje com 55 anos (Renew e Pitanguy, mas com Deus no coração, não é mesmo, minha gente?), virou pastora da igreja que ela mesma criou, a "Ministério do Espírito Santo de Deus em Nome de Jesus (Filho de Maria, amigo de Oxum Pai do Céu Dicas de Ginástica com Oprah Winfrey Amém)".
Sarah acha que, ao contrário do que a maioria pensa, a sua vida agora é mais interessante e radical do que na época que vivia à base de sexo livre. “Para mim, doido não é quem fuma maconha ou cheira cocaína. Doido é quem faz o que eu fiz, que vira crente" (nada como ser direta, rs), defende.
Sarah mora no Rio com a filha de 16 anos, Ranaah Sheeva (coitada), que também é música (coitadinha). A filha de Pepeu Gomes vive de dar palestras como missionária pelo país afora e da venda de seus CDs de música Gospel (tendência). Paralelamente a essas atividades, escreveu um livro, “Defraudação Emocional” ,(why don't you get a job?) que dá dicas de como evitar um casamento encalhado (mas sem sexo, né) - aquele que, segundo ela, faz a pessoa ficar anos de sua vida com a pessoa errada-, e prepara mais dois (casamentos sem sexo?). Um vai falar sobre como educar os filhos (nada como a generosidade das almas iluminadas a ensinar lições aos profanos sexuados) e o outro vai explicar, segundo sua crença (dela própria com ela mesma), o que acontece durante uma relação sexual (eu sei, professora, eu sei!):
“Ocorre uma transferência de espíritos durante a relação. É importante escolher o parceiro ideal. Depois de fazer sexo não é como tomar banho, pronto, está novo. O sexo tem o poder de unir e transferir tudo que está numa pessoa para outra (rs)”, garante.
Sem sentir falta de sexo ou de um parceiro, ela garante que encontrou a paz que precisava (não há vida sem conflito. Pronto, a menine morreu!): “Vivo só com minha filha (meus dedos) e sou superfeliz”."
Cada um com a sua saída, ou escape, ou, numa visão menos ingênua que a da mentira que contamos a nós mesmos, charlatanice.
P.s: por que não direcionar tanta criatividade para a música, zum zum zum? Pegue uma latinha bate uma na outra, tchá tchá.
P.s2: cá em Portugal, escrever com cor encarnada (adoro essa palavra) significa mandar alguém aquele lugar escatológico. Risos safados.
Na época, ao lado das irmãs Nana Shara e Zabelê (pode soletrar?), ela integrava a banda SNZ ("Faz zunzum pra mim/ Abelho, abelhinho/ Escondido faz bonito/ Faz zunzum e mel"). Durante um dos ensaios do grupo, um músico começou a ter um surto que, segundo ela, era a possessão de um espírito maligno (demo). Nervosa com a cena do colega, que se debatia e proferia palavras agressivas, Sarah Sheeva se trancou no quarto e começou a rezar. Nessa hora, ela garante que sua vida mudou (encontrei Gezuz atrás do sofá, rs).
CONVERSÃO
“Aconteceu uma coisa muito louca, sobrenatural (tipo efeito especial de novela das oito, tá ligado?). Comecei a rezar, a falar com Deus. Na minha ignorância (que?), dentro do meu quarto, de repente, senti uma presença forte, que era Deus. Cai no chão, me prostei (o que é postrar? Pior que um entrevistado ignorante, é um repórter idem) e ali me converti”, lembra ela.
Desde então, ela passou a freqüentar uma igreja evangélica em Copacabana, no Rio. Estudou as escrituras, leu e releu a Bíblia, e se converteu em missionária (gente, bem simples, pegue dois ovos, deite num fôrma, acrescente farinha...). Como num passe de mágica, o prazer pelo sexo diário, a procura por um homem novo a cada dia, ficou para trás (não disse que era facinho?).
“Quis mudar a minha vida sexual (cansay, né), que era promíscua. Eu não parava com homem. Minha vida era vazia e eu procurava o sexo masculino para preencher esse vazio. Comecei a orar, ler as escrituras e minha vida tomou outro rumo (bofinhos pelO Bofão, dizem que tem até lugar no Céu)”, afirma.
BABY (é a mãe?) DEIXOU DE FALAR COM A FILHA (ah, baby é a mãe)
Na época, Baby Consuelo não aceitou a decisão de Sarah e ficou dois anos sem falar com a filha (choray, cortay os pulso tudo!). Mais tarde, porém, a cantora de sucessos como "Menino do Rio" (que é do Caetano Veloso), hoje com 55 anos (Renew e Pitanguy, mas com Deus no coração, não é mesmo, minha gente?), virou pastora da igreja que ela mesma criou, a "Ministério do Espírito Santo de Deus em Nome de Jesus (Filho de Maria, amigo de Oxum Pai do Céu Dicas de Ginástica com Oprah Winfrey Amém)".
Sarah acha que, ao contrário do que a maioria pensa, a sua vida agora é mais interessante e radical do que na época que vivia à base de sexo livre. “Para mim, doido não é quem fuma maconha ou cheira cocaína. Doido é quem faz o que eu fiz, que vira crente" (nada como ser direta, rs), defende.
Sarah mora no Rio com a filha de 16 anos, Ranaah Sheeva (coitada), que também é música (coitadinha). A filha de Pepeu Gomes vive de dar palestras como missionária pelo país afora e da venda de seus CDs de música Gospel (tendência). Paralelamente a essas atividades, escreveu um livro, “Defraudação Emocional” ,(why don't you get a job?) que dá dicas de como evitar um casamento encalhado (mas sem sexo, né) - aquele que, segundo ela, faz a pessoa ficar anos de sua vida com a pessoa errada-, e prepara mais dois (casamentos sem sexo?). Um vai falar sobre como educar os filhos (nada como a generosidade das almas iluminadas a ensinar lições aos profanos sexuados) e o outro vai explicar, segundo sua crença (dela própria com ela mesma), o que acontece durante uma relação sexual (eu sei, professora, eu sei!):
“Ocorre uma transferência de espíritos durante a relação. É importante escolher o parceiro ideal. Depois de fazer sexo não é como tomar banho, pronto, está novo. O sexo tem o poder de unir e transferir tudo que está numa pessoa para outra (rs)”, garante.
Sem sentir falta de sexo ou de um parceiro, ela garante que encontrou a paz que precisava (não há vida sem conflito. Pronto, a menine morreu!): “Vivo só com minha filha (meus dedos) e sou superfeliz”."
Cada um com a sua saída, ou escape, ou, numa visão menos ingênua que a da mentira que contamos a nós mesmos, charlatanice.
P.s: por que não direcionar tanta criatividade para a música, zum zum zum? Pegue uma latinha bate uma na outra, tchá tchá.
P.s2: cá em Portugal, escrever com cor encarnada (adoro essa palavra) significa mandar alguém aquele lugar escatológico. Risos safados.
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