quarta-feira, 3 de junho de 2009

Dança, Fabrício, dança!

Rômulo Arantes

Um título atraente.

Word em branco

Era para ter sido uma pandemia. O governo do Egito mandou exterminar 250 mil porcos como medida preventiva...
De um 9º andar da Avenida Independência, no tradicional bairro porto-alegrense de mesmo nome, avista-se o Guaíba em leito esplêndido, ao som do tecido urbano e de seus microuniversos, à luz do céu profundo. Inevitável não pensar na beleza cinematográfica, às vezes real, que as paisagens emanam. Aquilo que um olhar mais atento sobre a capital gaúcha desfaz imediatamente. Porto Alegre poderia ser tão bonita...
Aquilo que a língua inglesa bem soube nomear de landscape, ...

Enquanto meus pensamentos não se organizam a ponto de tecerem um texto linear, lúcido e coeso, vou até a cozinha pegar um café de lata. Vai que acho um texto no chão, não é mesmo, Meg Ryan?

domingo, 31 de maio de 2009

If u know wha'ra I mean

Bá, postei este último quase-texto (filho único de maio) e aproveitei para ler o anterior (idem de abril). Faz tempinho que havia decidido que seriam menos caracteres na minha vida e mais ações. Menos umbiguismos e mais alteridade. Até que tem dado certo. Só não sei é certo. Tendeu?

Notas agudas de uma noite grave - e indigesta

Na minha casa, festas locais e quaisquer outras movimentações sociais eram "cafonas", coisa de quem quer aparecer, "tenho pavor". O valor estava no núcleo, no indivíduo refugiado na própria casa e em algumas referências não aprofundadas, apenas estetizadas. Se os sentidos e significados experimentados pela comunidade eram invalidados, recorria-se à televisão e a outros meios típicos de quando a mídia era predominantemente massiva. Contudo, o discurso e a vida de lá eram evidentemente deslocados e ilegítimos, nem eu, nem tu, nem São Paulo, nem galerias. Era o interior rural com 29 mil habitantes e uma avenida principal. Foi preciso navegar: alguns livros, pueblos e uma certa maturidade para entender o papel dos coletivos, sejam eles cafonas, obrigatórios, idealizados ou uma tarde no aniversário da afilhada. A partir daí surgem os vínculos, as construções produtivas, tantos as abstratas, quanto as palpáveis. Meus filhos vão ter a porta de casa aberta para ver a procissão passar, ou para fugirem dela. Em alguma outra coisa vou errar, mas que não seja naquilo que hoje reconheço.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Blasfêmias

Antes, era o pecado que não existia; agora, é Deus. Contudo, não é por não vivenciar, que não exista. Se assim fosse, o ceticismo não teria razão de ser. Escrevo isso tudo, pois estou com o cérebro coçando: acabei de fechar o Admirável Mundo Novo e abrir uma série de inquietudes. Como, por exemplo, o fato de estarmos em uma ordem mundial que entrega a educação dos seus filhos ao Estado. No caso do Brasil, a um sistema predominantemente operacional e prático, e não intelectual e/ou afetivo. Lembrei de quando era menor e achava muito estranho a "profissão das crianças ser estudante". Para, uns anos mais tarde, sentir-me incomodada ao saber que crianças de uma seita fundamentalista norte-americana eram "privadas pelos pais de irem à escola e de terem uma educação como outra criança qualquer". Hum. É paradoxal que um sistema liberalista proíba indivíduos de educarem seus filhos conforme os seus credos e inclinações. No fundo, acho que o erro está na tríade liberdade, igualdade e fraternidade. Com liberdade, nunca se terá igualdade, o que macula a fraternidade. Mas se formos falar aqui em bem-estar e/ou mau-tratos, é sabido que toda ordem comporta os seus e as suas. Então, como é? Não sei. Mas vou pensar e me confundir, pois agora já é tarde para me distrair.





domingo, 2 de novembro de 2008

sábado, 1 de novembro de 2008

Mais blasè que vocè

Nada não, só queria um motivo para usar este título.




(Como podemos ser ridículos, hein, minha gente?!)

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Né

Disseram que eu sou incompetente. Aceitei. Por educação. Né. Né?!

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Axilas

As minhas são nômades.